Happy vale
Oba! Seu Happy Vale chegou?


É fácil comprar pelo Zap:
1) Conte para nós o que está procurando que te ajudamos a encontrar o produto certo para você
2) Você escolhe seu produto conversando conosco e faz seu pedido
3) Nós enviamos um link e você efetua o pagamento
4) Entregamos o produto no seu endereço ou você retira em uma loja

Ficou alguma dúvida?
Veja algumas respostas para as dúvidas mais comuns
Como descobrir se um site é falso?
Podemos chamar de site falso qualquer endereço na web criado com o objetivo de aplicar golpes. Em geral, as páginas apelam para o esquema de phishing, que consiste em capturar dados pessoais do usuário. Assim, os bandidos podem usar essas informações de maneira fraudulenta.
Para tanto, os golpistas desenvolvem os mais diferentes artifícios. Eles inventam promoções e oportunidades imperdíveis – tudo inexistente. Principalmente, em datas especiais como Dia das Crianças, Black Friday e o Natal, quando várias lojas fazem descontos de seus produtos. Já que fica mais fácil criar uma oferta falsa para o usuário fornece informações pessoais.
A isca pode estar num anúncio nas redes sociais ou num link que a pessoa recebeu via WhatsApp. Ao clicar no conteúdo, ela é direcionada para um site de compras. Logo depois, é induzida a fazer um cadastro, onde incluirá nome completo, CPF e número do cartão de crédito, entre outras informações sensíveis.
Só que o produto barato não existe. Nem mesmo a loja é verdadeira. Tudo se resumiu a uma tática para roubar dados alheios.
Outros sites falsos bem comuns são os que imitam instituições financeiras. Nesse caso, a vítima recebe uma mensagem alertando que está com o cartão bloqueado, ou com o nome negativado no Serviço de Proteção ao Crédito.
Aflita para resolver a situação, ela acessa o link malicioso e cai no jogo dos golpistas. Então, ao preencher o cadastro, entrega todos os seus dados bancários a desconhecidos, inclusive as senhas de acesso à conta.
Quais são os perigos dos sites falsos?
O pior é que muitos dos sites fraudulentos copiam empresas famosas. Às vezes, você acha que visitou o e-commerce da Ri Happy, mas na verdade eram imitações quase idênticas das homepages originais.
O que fazer numa hora dessas? Prestar atenção aos detalhes. Alguns elementos nas páginas indicam se o endereço é confiável ou se estamos diante de um site falso. Acompanhe a lista abaixo para saber quais são os pontos de alerta:
1. Verifique o domínio
Preste atenção ao link que você recebeu. Os sites falsos costumam apresentar um endereço parecido, mas com alguma mudança sutil na URL.
Por exemplo, o site da Ri Happy é “Rihappy.com.br”. Se um golpista quisesse copiá-lo, provavelmente trocaria a letra Y pela letra I (“rihappi”), ou mesmo cometeria um erro de ortografia (“ryhappy”). Esse é o chamado golpe homográfico, o uso de um endereço similar ao oficial para enganar o público.
Outras tentativas de fraude incluem recorrer a um domínio menos conhecido. Assim, em vez de “.com.br” ou “.org”, os criminosos usam terminações esquisitas, como “.biz” ou “.net”. Como acontece com o “www.ri-happy.net”, um site falso de promoções da Ri Happy.
2. Encontre o cadeado
Qualquer site da rede começa com “https://” ou “http://”. Esses são os protocolos para permitir a conexão entre o usuário e a página de destino.
Quando a barra de endereço mostra um ícone de cadeado fechado ao lado dessas letrinhas, é porque a URL acessada conquistou um certificado de segurança que é o “https://”. Em outras palavras, os dados são protegidos por criptografia, garantindo uma navegação mais confiável.
Mas cabe lembrar que o cadeado, sozinho, não é sinônimo de proteção total. Alguns golpistas conseguem criptografar até mesmo as informações de sites falsos. Portanto, você deve observar outros itens que atestem a credibilidade do endereço virtual.
3. Pesquise no Google
Nos momentos de dúvida, sempre vale a pena contar com a ajuda dos mecanismos de busca. Você pode pesquisar o nome do site da Ri Happy no Google. O sistema vai apontar o link correto logo nos primeiros resultados, graças a um algoritmo que ranqueia as páginas com base na reputação. Ou seja: sites falsos têm dificuldade de aparecer em destaque.
O Google disponibiliza, ainda, uma ferramenta para conferir a transparência de determinados domínios. Acesse o Navegação Segura e digite, no campo de verificação de status, a URL que você deseja analisar. A tecnologia mostrará se há conteúdo perigoso na página em questão.
4. Busque indicadores de segurança
As organizações sérias precisam cumprir várias exigências para funcionar na internet, em consonância com a legislação brasileira, em especial a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Dessa forma, você pode buscar elementos que demonstrem a credibilidade da loja.
Veja se a homepage disponibiliza dados como o CNPJ, o endereço da sede e o telefone de contato da empresa. Essas informações costumam estar na parte inferior da página ou na seção “Quem Somos”, no nosso caso está no rodapé do site em “Mais Informações”. Depois, procure pela Política de Privacidade para saber como a instituição lida com os dados sensíveis da clientela. Verificar se a instituição tem um canal de SAC também é um indicador de segurança.
Por fim, observe o conteúdo como um todo. Textos cheios de erros ortográficos, ou então ofertas muito abaixo da média de mercado, são motivos para desconfiar. Esse pode ser mais um site fajuto.
O que fazer quando os dados são roubados?
Já deu para perceber que é necessário ter cautela e muita desconfiança ao usar a rede, certo? Agora digamos que, apesar de todos os cuidados, você caiu num golpe de internet e cadastrou seus dados num site falso. A esta altura, as informações sensíveis podem estar nas mãos de bandidos.
Sim, é uma situação preocupante, mas você não deve se desesperar. Há maneiras de diminuir o impacto negativo, ou até mesmo evitar qualquer transtorno para você e as pessoas de seu convívio. Em primeiro lugar, comunique o ocorrido a uma delegacia de crimes virtuais ou padrão.
Veja abaixo algumas dicas para reforçar a proteção:
1. Mude as senhas
Se os dados expostos foram as informações de login, tanto do e-mail quanto das redes sociais, primeiro você deve atualizar as senhas de acesso. Aliás, essa é uma recomendação constante para melhorar a segurança on-line. O ideal seria mudar os códigos com frequência para impedir que terceiros entrem na sua conta.
Dica: misture letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais (asterisco, ponto de exclamação etc.). Essa combinação funciona como uma fechadura reforçada, dificultando a atuação de programas maliciosos que tentam decifrar senhas para invadir sistemas. Utilizar frases como senha também dificulta a ocorrência de fraudes e facilita lembrar.
2. Não abra mensagens suspeitas
Após obterem o endereço de e-mail ou o número de telefone de alguém, os golpistas podem continuar a saga em busca de mais informações. Portanto, desconfie de qualquer anúncio que você receber com ofertas “exclusivas” e “imperdíveis”. Eles podem ser chamariz de um esquema de phishing, principalmente se houver um link esquisito no corpo do texto.
Isso vale para mensagens alarmistas sobre conta bloqueada ou cartão clonado. Lembre-se de que as instituições financeiras não fazem contato dessa natureza por vias eletrônicas.
Na dúvida, recorra aos canais oficiais do banco ou da operadora de crédito. Prefira a chamada telefônica ou o chat no aplicativo do smartphone para averiguar se a mensagem era verdadeira. É bem possível que a instituição confirme a tentativa de golpe.
3. Informe ao banco
Em caso de roubo dos dados financeiros, você deve entrar em contato com a instituição bancária para avisar do ocorrido. O mais provável é que sua conta seja bloqueada temporariamente, o que previne saques e transferências indesejadas. Em seguida, é só seguir as orientações para reaver o acesso ao seu dinheiro.
Procedimento semelhante ocorre com a clonagem do cartão de crédito. Ao avisar a operadora, você pode sustar compras feitas no seu nome e impedir novas aquisições. O cartão será inutilizado até que a empresa providencie um novo.
4. Fale com familiares e amigos
Outro golpe muito comum é o roubo de identidade. Em posse das suas informações pessoais, os bandidos podem fingir que são você para arrancar dinheiro de parentes, colegas e amigos.
O papo dos golpistas é mais ou menos este: “preciso fazer um pagamento com urgência, mas minha conta está dando problema. Você pode pagar por Pix, que eu devolvo a quantia amanhã?”. Seria redundante dizer, mas esse amanhã nunca chega.
Antes que alguém de seu círculo de relações se torne mais uma vítima, alerte às pessoas próximas sobre o vazamento de dados. E fica a lição: se lhe pedirem dinheiro por mensagem de texto, faça uma videochamada para conversar com a pessoa e entender o que está acontecendo. Golpistas nunca atendem.